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Amor, Sexo e Paixão: Como fica o matrimônio moderno então?

O Beijo do Escultor Rodin - Um Asno
Este artigo é grande, mas vale a discussão. Em 2007 escrevi um ensaio sobre relacionamentos e de lá para cá tenho acompanhado algumas histórias envolvendo jovens que conheci e acho necessário retomar o assunto. Neste artigo darei ênfase maior ao relacionamento conjugal, mas antes é preciso introduzir o assunto amor. Aprendi algures que “a atração se dá entre dois seres análogos sendo paralelos. Os mesmos se acercam e se combinam para produzir um determinado resultado. Contudo, esta correlação entre os seres só ocorre no objetivo de produzir algum resultado pela ação comum. O fato é que, no momento em que o resultado se produziu, cessa-se a força atrativa entre os seres, assumindo em seu lugar a repulsão que é igual a primeira em potência, mas sendo uma força negativa, revela-se um defeito daquela”. Isso bem pode ser evidenciado no estudo da Química e da Física e fica mais claro ainda quando o assunto é SEXO!

O amor como ideal que move o ser humano na conquista de sua ascese pode muito bem encontrar justificativas nos versos e trovas, no amor trágico, no culto ao amor e a morte, mas ele por si só não justifica a existência do indivíduoÉ raro nos dias de hoje encontrar alguém que não saiba o que é uma paixão regada por êxtase, euforia, apreensão, dias inquietos, noites insones. O envolvimento é tão forte e invasivo, que pode levar a pessoa a ignorar suas obrigações cotidianas, além de induzi-la a fazer sacrifícios e a tomar decisões radicais. Por essa razão, e por ter no ardor sexual um forte componente, a paixão sempre foi considerada perigosa do ponto de vista da ordem e do dever social.

As provas, os obstáculos, as proibições, são as condições da paixão. Afinal, paixão significa sofrimento. Por que, então, as pessoas a valorizam? O desejo e o sofrimento fazem com que todos se sintam vivos, proporcionando um frisson, e muitas surpresas. Necessita-se do outro, não como ele é no real, mas como instrumento que torna possível viver uma paixão ardente. Somos envolvidos por um sentimento tão intenso que por ele ansiamos, apesar de nos fazer sofrer. Os apaixonados não precisam da presença do outro, mas da sua ausência. Contudo, a maioria reconhece que a paixão acaba logo. Se é assim, por que nos apaixonamos e quanto tempo, afinal, dura uma paixão?

Vários estudos já mostraram que esse violento distúrbio emocional é desencadeado por algo físico que acontece no cérebro. Talvez aí se explique por que as pessoas apaixonadas são capazes de ficar acordadas a noite inteira, conversando ou fazendo sexo. Mas existem alguns pré-requisitos: certo distanciamento e mistério são essenciais para a paixão; em geral, as pessoas não se apaixonam por alguém que conhecem bem. Em meados da década de 60 a psicóloga americana Doroty Tennov já havia chegado à conclusão de que a duração média de uma paixão é de 18 meses a três anos. Suspeita-se que seu término também se deva à fisiologia cerebral; o cérebro não suportaria manter eternamente essa excitação.

Mas a paixão está em via de extinção. As mentalidades estão mudando e a situação hoje é outra. A filósofa francesa Elizabeth Badinter acredita que agora homens e mulheres sonham com outra coisa diferente dos dilaceramentos. Se as promessas de sofrimento devem vencer os prazeres, preferimos nos desligar. Além disso, a permissividade tirou da paixão seu motor mais poderoso: a proibição. “Ao admitir que o coração não está mais fora da lei, mas acima dela, pregou-se uma peça no desejo”, diz ela. As condições da paixão não estão mais reunidas, tanto do ponto de vista social quanto psicológico. Da mesma forma que existem diferentes níveis da consciência, há também diferentes níveis na escala do amor. No amor partimos em um movimento ascendente: a libido, a paixão, a compaixão. É a mesma energia que ascende e nos atravessa. Os problemas sexuais, algumas vezes, são modos de misturar as formas de amor.

Vejamos os níveis do amor
Em grego, há diferentes palavras para estas etapas do amor. A primeira etapa é Porneia, o amor voraz e devorador, o amor do bebê por sua mãe, o amor de consumo. Amo o outro, portanto como-o. Este amor é muito lindo em um bebê, é muito lindo em um gatinho que lambe seu leite. É menos bonito em um senhor de 50 anos. A Pornéia é uma forma de amor que precisa ser respeitada e que ocorre em um momento de nossa evolução. Para crescer, temos necessidade de nos nutrirmos do outro.

As palavras seguintes, em grego, são Pathé e ManíaPathé é traduzida por paixão e ela está na origem da palavra patologia. É interessante verificar que, na tradição grega, algumas formas de amor são formas de possessão, de Manía, como por exemplo: maníaco-depressivo. A paixão faz-nos passar por estados extraordinários, maravilhosos, mas pode ser também um inferno, pelo ciúme que desencadeia. Este amor não é de consumo, não é um amor devorador, mas é um amor de posse, de dependência e também, uma necessidade. Aqui, o amor não é um dom, é uma necessidade, uma solicitação. Há casos em que uma pessoa está namorando ou casada, mas sente a necessidade de uma outra pessoa, e até sente ciúmes se vê tal pessoa com alguém. Pode até comentar que ama tal pessoa! Às vezes, o que chamamos de amor não é senão posse, dependência, necessidade. Esta forma de amor é uma forma de sofrimento que pode levar a pessoa a matar. O que diz a voz do povo: “Matou por amor”.

Na cultura ocidental, pelo número de canções e de romances tristes que ouvimos e lemos, temos a impressão de que não existe amor feliz. Todas as histórias de amor são, ao mesmo tempo, histórias apaixonadas, possessivas, ciumentas e, frequentemente, dolorosas. Depois vem a palavra Éros, que expressa não somente um amor de solicitação e necessidade, mas também de desejo. Éros é um jovem deus. É ele que dá asas ao nosso falo, à nossa necessidade e a nossa libido. Éros é já uma forma muito evoluída de amor. Não estamos mais no consumo que caracteriza a criança e o adolescente, mas começamos a viver uma sexualidade adulta. Um amor de uma pessoa por outra, desejando-a e maravilhando-se com ela.

Para Platão, Éros é o amor da beleza, o amor da grandeza que nos falta. Éros é o sexo alado, o sexo que encontra suas asas. A palavra Storgué pode ser traduzida como ternura e harmonia que é uma palavra muito bonita para falar de amor. É uma maneira de harmonizar o ser de um com o ser do outro. Esta harmonia entre duas pessoas tem como conseqüência uma cura da terra. Os antigos chineses diziam que, da harmonia entre o homem e a mulher, depende a harmonia do universo. Não estamos mais ao nível da necessidade, da paixão, nem mesmo do desejo. Estamos no mundo da harmonia e, pouco a pouco, nos aproximamos da compaixão.

Chegamos à palavra Philia que é muito interessante. Vocês a encontram em Filosofia (amor à sabedoria), em Filantropia (amor aos seres humanos). Em grego, distinguem-se diferentes formas de PhiliaA Philia Physiqué é o amor parental, a amizade entre parentes. O amor da mãe ou do pai pela sua criança e vice-versa. É, igualmente, o amor de irmãos. Este, às vezes, é um amor difícil, porque a inveja, a concorrência vem tudo destruir. Mas como diz Rousseau, “um irmão é um amigo que a natureza nos dá”. Esta é uma forma de relação muito preciosa.
A Philia Zeiniqué é o amor da hospitalidade, o respeito aos outros, o respeito por aqueles a quem recebe. Temos aqui uma qualidade de relacionamento que é diferente das relações familiares. Não há a mesma familiaridade, mas pode haver a mesma profundidade e pode mesmo ser mais profundo. Temos amigos com quem temos relações mais íntimas que com nossos irmãos, irmãs e pais.

A Philia Etairiqué é o verdadeiro amor-amizade entre dois Egos, duas pessoas. É o amor do dar e do receber, uma relação de confiança, ajuda, parceria. E diz o provérbio que aquele que tem um amigo é mais rico que aquele que tem um reino. Porque podemos viver com este amigo o que temos de mais humano. A Philia Erotiqué é também uma amizade, um amor com respeito, um amor que respeita a liberdade do outro. É uma espécie de amizade-amorosa. Não é muito fácil de entender porque não é paixão, não é dependência, mas há uma qualidade de ternura, de harmonia, de grande respeito e atração que faz dela uma amizade mais profunda. Aristóteles dizia: “Um Homem e uma Mulher podem se unir ao sentirem qualquer tipo de amor, mas só permanecerão unidos se a Philia Erotiqué for o sentimento mais profundo que um tem pelo outro”.

Há ainda outras palavras para designar o amor. A palavra Énnoia quer dizer dom, a doação e, às vezes, o devotamento. É uma qualidade de amor que manifesta uma grande generosidade do coração. Kháris significa gratidão. Ter gratidão pela existência do outro. Agradecer ao outro porque ele existe e maravilhar-se pela sua existência. Não sei se alguma vez já lhe agradeceram porque vocês existem. É um grande presente. Finalmente, chegamos à última palavra do Vocabulário grego, Ágape. Podemos traduzi-la como a graça ou gratuidade. Ambas têm a mesma etimologia. É esta gratuidade em que se ama por nada, por causa de nada. Amar sem ter nada em particular para amar. Amar não a partir de sua carência, mas amar a partir de sua plenitude. Amar não somente a partir de sua sede, mas amar a partir de sua fonte, de sua fonte que corre. A palavra amor tem sentidos bem diferentes. Somos igualmente capazes de harmonia e de ternura e seria uma lástima nos privarmos da amizade, desta troca, deste partilhar, desta capacidade de doação e de perdão que habita em nós. Devemos fazer também a experiência do que há de graça, de gratidão e de gratuidade em nós, fazemos a experiência daquilo que é Divino em nosso interior.

Neste instante o sexo se torna um ato profundamente humano e divino. Uma palavra de amor estendida para o outro. Uma palavra de amor, aberta, que acolhe o outro. Neste instante o sexo passa a ser o santuário da Aliança do homem com mulher e vice-versa, e dos homens com o Divino. A relação sexual se torna um processo de evocação da Divindade porque o sexo é o processo onde se encarna a vida. Por isso é algo sagrado. 

Um livro fabuloso que não pode faltar nos lares chama-se “Homens são de Marte, Mulheres são de Vênus”, de John Gray. O amor entre as mulheres e os homens no início é mágico. Eles se deliciam em estar juntos, fazer coisas juntos e participar juntos. Apesar de serem de mundos diferentes, eles se divertem com suas diferenças, passam meses aprendendo um sobre o outro explorando e apreciando suas necessidades, preferências e padrões de comportamento diferentes. Por anos seguidos vivem juntos em amor e harmonia, mas, um dia passam a ser seletivos. Tanto os homens, quanto as mulheres esquecem que são diferentes e que devem ser diferentes

Lembrando nossas Diferenças
Sem a consciência de que devíamos ser diferentes, homens e mulheres nos encontramos em disputa uns com os outros. Nós geralmente ficamos nervosos ou frustrados com o sexo oposto porque esquecemos dessa verdade importante. Esperamos que o sexo oposto se pareça mais conosco. Desejamos que “queiram o que nós queremos” e “sintam como nós sentimos”. Supomos erroneamente que se o (a) nosso (a) parceiro (a) nos ama, vai reagir e se comportar de certas maneiras? As maneiras que nós reagimos e nos comportamos quando amamos alguém.

Essa atitude nos coloca numa situação de repetidas decepções e nos impede de levar o tempo necessário para comunicar amavelmente nossas diferenças. Os homens esperam, equivocadamente, que as mulheres pensem, se comuniquem e reajam da maneira que os homens o fazem; as mulheres erroneamente esperam que os homens sintam, se comuniquem e respondam da maneira que as mulheres o fazem. Nós nos esquecemos de que homens e mulheres devem ser diferentes. Como resultado, nossos relacionamentos vivem permeados de conflitos e atritos desnecessários. Reconhecer e respeitar claramente essas diferenças reduz drasticamente a confusão ao lidarmos com o sexo oposto.

Um resumo das Diferenças
Aqui estão as diferenças mais significativas que foram exploradas pelos autores do livro: Os homens erroneamente oferecem soluções e invalidam sentimentos enquanto as mulheres oferecem conselhos e orientações não solicitados. Através da compreensão do nosso passado se torna óbvio por que homens e mulheres cometem esses erros sem saber. Lembrando dessas diferenças, podemos corrigir nossos erros e responder imediatamente um ao outro de uma maneira mais produtiva. Enquanto os homens tentam se afastar e pensar silenciosamente sobre o que os está incomodando, as mulheres sentem uma necessidade instintiva de conversar sobre aquilo que as incomoda. Os homens ficam motivados quando se sentem necessários, enquanto as mulheres ficam motivadas quando se sentem acalentadas. Os homens precisam superar sua resistência a dar amor enquanto as mulheres têm que superar sua resistência a recebê-lo. Os homens e mulheres falam e até param de falar por razões inteiramente opostas. As mulheres devem saber o que fazer quando um homem pára de falar e os homens devem aprender a ouvir melhor sem se frustrarem.

Homens e mulheres têm necessidades diferentes de intimidade. Um homem se aproxima, mas de repente precisa inevitavelmente se afastar. As mulheres devem aprender como suportar esse processo de afastamento de um modo que faça com que ele salte de volta para ela como um elástico. As mulheres devem aprender também os melhores momentos para ter conversas íntimas com um homem. Como as atitudes amorosas de uma mulher aumentam e diminuem ritmicamente num movimento ondulatório. Os homens devem aprender como interpretar essas mudanças de sentimentos, algumas vezes repentinas. Os homens devem aprender também a reconhecer quando eles são mais necessários e como amparar habilidosamente nessas horas sem ter que fazer sacrifícios. Homens e mulheres dão o tipo de amor de que precisam e não o tipo de amor de que o sexo oposto precisa. Os homens precisam primordialmente de um tipo de amor que seja confiante, que aceite e aprecie. As mulheres precisam primordialmente de um tipo de amor que seja carinhoso, que entenda e respeite.

Os homens devem aprender que, agindo como se sempre estivessem com a razão, eles podem estar invalidando os sentimentos de uma mulher. As mulheres devem aprender como elas, sem saber, passam mensagens de desaprovação em vez de discordância, reforçando, desse modo, os sentimentos de defesa do homem. Os homens devem aprender que para as mulheres qualquer presente de amor marca tantos pontos quanto qualquer outro presente, independente do tamanho. Em vez de se concentrarem em um grande presente, devemos lembrar de que pequenas manifestações de amor são tão importantes quanto as grandes. As mulheres, no entanto, devem aprender a redirecionar suas energias para formas de marcar pontos com os homens, dando-lhes o que eles querem.

Boas Intenções não Bastam
“Apaixonar-se é sempre mágico. Parece eterno, como se o amor fosse durar para sempre. Nós ingenuamente acreditamos que, de alguma maneira, estamos isentos dos problemas que nossos pais tiveram, livres das probabilidades da morte do amor, certos de que era para ser assim e que nós estamos destinados a vivermos felizes para sempre. Mas quando a mágica desaparece e a vida cotidiana assume o poder, o que emerge é que os homens continuam a esperar que as mulheres pensem e reajam como homens, e as mulheres esperam que os homens sintam e se comportem como mulheres. Sem uma consciência clara das nossas diferenças, nós não nos dedicamos a entender e respeitar um ao outro. Nós nos tornamos reclamões, ressentidos, judiciosos e intolerantes.

Com a melhor e mais amável das intenções o amor continua a morrer. De alguma forma os problemas se introduzem, os ressentimentos se edificam, a comunicação sucumbe, a desconfiança aumenta e os resultados são rejeição e repressão. Nesse caso, a magia do amor está perdida. Nós nos perguntamos: Como isso acontece? Por que acontece? Por que acontece conosco? Para responder a essas perguntas, nossos maiores pensadores têm desenvolvido modelos psicológicos e filosóficos brilhantes e complexos. Mesmo assim o velho padrão retorna. O amor acaba. Acontece com quase todo mundo. A cada dia milhões de pessoas estão procurando por um parceiro para experimentarem aquele sentimento especial de amor. A cada ano milhões de casais se juntam com amor e então se separam dolorosamente porque perderam aquele sentimento amoroso. Daqueles que são capazes de sustentar o amor por tempo suficiente para se casarem, somente 50% ficam casados. Desses que ficam juntos, possivelmente outros 50% não estão satisfeitos. Eles ficam juntos por fidelidade e por obrigação ou por medo de terem de começar tudo de novo.

Muito poucos indivíduos, de fato, são capazes de crescer em amor. Ainda assim, isso acontece. Quando homens e mulheres são capazes de respeitar e aceitar suas diferenças, então o amor tem uma chance de desabrochar. Através da compreensão das diferenças ocultas do sexo oposto nós podemos, com maior sucesso, dar e receber o amor que está em nossos corações. Através da validação e aceitação das diferenças, soluções criativas podem ser descobertas por onde podemos ter sucesso em conseguir o que queremos. E, mais importante, nós podemos aprender como amar e amparar melhor as pessoas com as quais nos importamos. O amor é mágico e pode durar se nos lembrarmos de nossas diferenças. Cada ser físico em nosso planeta é nosso companheiro na co-criação e se aceitarmos isso e apreciarmos a diversidade de convicções e desejos, todos nós teremos experiências muito mais grandiosas, satisfatórias e repletas de realizações. Não seremos escravizados por fatores desajustados como o ciúme e o sentimento de posse determinados pelos séculos de cultura machista.

Estatisticamente, o número de matrimônios tem aumentado ano a ano, contudo, a proporção de divórcios tem crescido muito mais! Em nossa sociedade contemporânea, ainda não aprendemos a amar... Há muitas famílias que têm se originado cedo demais com casais ainda na adolescência. Isso ocorre, primeiro porque cresceu entre nós uma permissividade sem limites, depois porque não há ainda uma compreensão do que é o amor. A natureza nos prega seu truque mais baixo para perpetrar a espécie e sucumbimos ainda na época em que nossos hormônios não terminaram seu processo de maturação. Pais devem assumir seu papel, se preciso for, da maneira mais conservadora possível, ou teremos uma sociedade cada vez mais distanciada, embora creia-se que nunca estivemos tão conectados. Este artigo abre uma nova proposta para debatermos o assunto. Sejam benvindos!

2 comentários:

  1. Bom dia asno achei muito interessante o que você escreveu acima sobre amor e paixão, você acha que pode haver amor e paixão por uma única pessoa?
    A minha visão do amor é diferente das que eu vejo hoje nas ruas entre jovens e até casais com alguns anos de casado, é algo pleno, os casais brigam muito por coisa pouca, a maioria dos jovens de hoje acho que nem sabem o que é o amor.
    Eu não morreria por amor, mas é algo que vale a pena ser vivido...

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    1. Bom dia Loreena (adoro esta cantora!), muito obrigado por sua contribuição. Na verdade, eu acredito que existam pessoas que encontram satisfação com um único amor (parceiro ou parceira) e que há pessoas que não se satisfazem com essa condição. Isso está em perfeita harmonia com a natureza do ser humano, somos diversos, pensamos, desejamos, queremos e amamos de maneira diversa também. Talvez a sociedade precise reintroduzir o debate sobre o amor para que tenhamos maior compreensão e aceitação do que vem a ser este Amor. Você tem razão, é algo que vale a pena ser vivido!

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