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Capitalismo versus Socialismo na Educação - Rafael Zago

Rafael Zago - Capitalismo X Comunismo - Um Asno
O jovem tenor Rafael Zago, que estará se apresentando em Indiaporã em 28 de março deste ano, às 20h na Associação Espírita Beneficente "Humberto Campos", compartilhou com esse blog mais um de seus artigos que está, inclusive, em seu perfil do Facebook. Disponibilizo na íntegra e comentarei em uma postagem posterior:

O professor, no início do ano letivo, propôs à sala de aula: "Neste primeiro bimestre teremos uma avaliação baseada no modelo CAPITALISTA e no segundo bimestre, baseada no modelo SOCIALISTA." Ao final do primeiro bimestre, antes de realizarem a avaliação, o professor orienta: "Hoje, ao corrigir as provas, cada um terá a sua nota conforme seu desempenho." Então, no final da avaliação, os alunos que se esforçaram mais durante o bimestre conquistaram ótimas notas; os que não se esforçaram tanto, conseguiram notas razoáveis e os que não se esforçaram, obtiveram notas baixas. No bimestre seguinte, chegado o dia da avaliação, o professor orientou novamente: "Neste bimestre, ao corrigir as provas, irei somar a nota de todos e tirar a média, que será a nota de todos de forma igualitária e indistinta". Então, no decorrer da avaliação, os alunos que se esforçaram no bimestre passado já não se esforçaram tanto, pois nestas condições seriam meros 'degraus' para aqueles que não se esforçam; os que se esforçaram razoavelmente no bimestre anterior reduziram ainda mais seus esforços nestes termos e, os que não se esforçavam em nada, mantiveram-se. Desta forma, a nota geral foi baixíssima, conforme o esperado.

Isso significa que, se no atual modelo, o qual nosso país se baseia, existem mais RICOS e menos POBRES, creio eu [e saliento ser uma opinião pessoal] é porque, de duas uma: Ou o RICO, tanto o nascido em "berço de ouro" como aquele que lutou para alcançar um bom patamar financeiro, TRABALHOU - e trabalha - incessantemente e honestamente, lutando dia após dia, (e tenho exemplos, e muitos e bons), ou ele se tornou rico MANIPULANDO uma massa composta por desinformados, desinteressados, mau instruídos e/ou idiotas. Se você não está atualmente em boas condições financeiras e não é desinformado, não é desinteressado e também não é mau instruído, de duas uma: ou você está lutando para ser RICO ou você compõe a fatia social dos idiotas.

Quem gosta de gente que, por vontade própria (como eu já tive a medíocre oportunidade de ouvir) escolheu estar no fracasso é a equipe do Birigui Invisível, página no Facebook destinada à expor a história daqueles que, por melhores e aparentes que sejam suas condições físicas e psicológicas para conquistarem futuros promissores, decidiram trocar os esforços por vagar nas ruas em uma trajetória (pois me recuso a chamar de vida) de inércia e fracasso (porque não acredito ser mérito de vencedores). Eu acredito que toda e qualquer pessoa que tem condições físicas e psicológicas e QUER crescer na vida CONSEGUE. E se vier com a "conversa" de que o país não lhe dá condições, eu insisto: FAÇA SUAS CONDIÇÕES. A situação deste país nunca foi lá das melhores e tem quem ainda consiga enriquecer. A história da humanidade não é um exemplo de convivência justa e não seria diferente no Brasil. Os poucos modelos de "cidades perfeitas" que a humanidade conhece sequer saíram dos livros. Não há na existência humana uma civilização que possa ser exemplo de excelência política. Afinal, se a grande Atenas, berço da democracia, hoje não passa de história e a vida continuou, você também pode continuar. Façam suas oportunidades.

7 comentários:

  1. É a moda do "inclusive".
    "Ele está, inclusive, no rádio".
    "Ele vai, inclusive, pedir a mão da moça em casamento".

    Em 98% dos textos e comentários jornalísticos, aparece um "inclusive".
    Algum professor deveria abrir um espaço na TV nacional para pedir encarecidamente que os falantes de português diminuam o uso dessa palavra.

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  2. "Eu acredito que toda e qualquer pessoa que tem condições físicas e psicológicas e QUER crescer na vida CONSEGUE. E se vier com a "conversa" de que o país não lhe dá condições, eu insisto: FAÇA SUAS CONDIÇÕES."

    E por que você não fez nada disso, jumento?

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    1. Engraçado... como uma pessoa pode saber se a outra tem ou não feito suas condições... SOGRA!!! É você???

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  3. Antes de pedir para que os falantes diminuam o uso da palavra "inclusive", deveríamos solicitar encarecidamente, "inclusive", para que as pessoas se identifiquem, ao invés de comentar como "anônimo".

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  4. Ao amigo "anônimo" que não teve condição de se identificar, primeiro faça as suas condições, e em seguida, cobre-me. Falta exemplo no seu discurso. E, por um acaso, me conheces? kkk Marquemos um chá da tarde.

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    1. Nossa, então tem outro jegue? Só espero que vocês não façam guerra na hora de comer o capim.

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    2. Jegue? De jegue este mundo está cheio. Vossa senhoria, que sequer tem condições mentais para se identificar, não passa de um. Mas... és um jegue anônimo. Até porque, de repente, se você se identificasse, continuaria sendo um "anônimo". Um "anônimo" de conteúdo, de conceito. Um simples "mais um na vida". Seria o perfeito exemplo de fracasso que menciono no texto acima, afinal, se não sabe ler, quem escreveu fui eu. Estuda, menino!

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