🚨 Margens apertadas. Consumo volátil. Mudanças cada vez mais rápidas
O caos virou rotina. E nesse cenário, a Prevenção de Perdas deixou de ser uma área de apoio para se tornar uma questão de sobrevivência estratégica.
Porém, há um grave problema que poucos têm coragem de enfrentar: 🔎 Ainda falta liderança preparada para conduzir mudanças reais e sustentáveis.
Edward Deming já alertava:
“80% dos problemas das organizações estão diretamente ligados à liderança.”
E na Prevenção de Perdas, essa frase ecoa com ainda mais força.
📉 Não adianta investir em sistemas, consultorias ou relatórios sofisticados se, na ponta, a liderança continua viciada em resultados imediatos, ignorando o amadurecimento que toda cultura preventiva exige.
É comum ver:
❌ Gestores que cobram indicadores como se prevenção fosse caça às bruxas.
❌ Pressão por metas irreais, sem treinamento, escuta ativa ou comunicação clara.
❌ Exigência de comprometimento sem oferecer propósito ou respeito ao tempo de aprendizado.
Prevenção não é palco para ego. É um sistema vivo, que exige liderança emocionalmente madura, intelectualmente comprometida e com visão de longo prazo.
🎯 A cultura preventiva não se decreta. Se cultiva.
E isso passa por:
✅ Liderança pelo exemplo.
✅ Integração real entre as áreas.
✅ Ambientes que acolhem o erro como parte do aprendizado.
✅ Clareza nas fases do processo, do chão de loja à presidência.
✅ Formar multiplicadores da cultura — não apenas cobradores de meta.
💡 Só com esse olhar sistêmico, paciente e colaborativo é que a Prevenção de Perdas vai deixar de ser vista como custo e passar a ser reconhecida como o que realmente é:
👉 Uma poderosa alavanca de resultados sustentáveis e fortalecimento da cultura organizacional.


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