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Luto: Pela Polícia Militar e as vozes mudas dos Direitos Humanos

Luto pela Polícia Militar Brasileira - Um Asno
Tenho minhas reservas contra os maus policiais, mas tenho o mais profundo respeito pela grande maioria que arrisca sua própria vida para garantir a segurança do cidadão em um estado de direito. Já expus minha opinião sobre a Polícia Militar aqui, quando muitos criticavam suas ações. Opinei favoravelmente a PM, mesmo sendo criticado, quando houve a prisão de uma quadrilha e a execução de um criminoso que planejava um ataque em São Paulo. Como as informações na mídia, quando se tratam de policiais sendo atacados e mortos violentamente, são curtas e sem aquele alarde costumeiro sobre a truculência, o abuso de força e a arbitrariedade que sempre aumentam o tempo das reportagens e os comentários contra a PM "mal preparada", etc, decidi eu mesmo me posicionar.


E faço isso em forma de luto, não pelos últimos policiais executados recentemente, mas por todos que já pagaram com a vida por cedê-la ao cidadão que devolve o serviço prestado com o ódio. Cumpro luto por todos os policiais que ainda estão vivos, mas entregues a própria sorte, desamparados pelo estado, ofendidos pela imprensa e humilhados pela sociedade que protegem.


Circulou por estes dias um comunicado da Facção criminosa de nome PCC o qual recompensa a morte de policiais de São Paulo e sul de Minas nos seguinte valores:


5 Mil Reais para a morte de um Policial Militar - 7 Mil Reais para a morte de um Policial Civil

É óbvio para este escriba, ao menos, que se a polícia retaliar estas ações criminosas, será mais uma vez, taxada e sumariamente agredida pela imprensa. Li no Blog Plantão Policial MG que "O comandante-geral da PM (Polícia Militar) no Estado de São Paulo, o coronel Roberval Ferreira França, criticou entidades públicas e privadas que ignoraram, até o momento, o assassinato de 39 policiais militares (só neste ano)! O ex-responsável pelo policiamento no Grande ABC foi curto e direto ontem, durante pronunciamento à imprensa, em São Paulo: "Lamento a falta de apoio dos Direitos Humanos e da Defensoria Pública".

Na prática, representantes da Defensoria, quanto dos Direitos Humanos, costumam criticar as ações da polícia que culminam com mortes de suspeitos ou criminosos. O que Roberval defendeu em seu discurso é algo que brado aos quatro cantos desde que tomei consciência do que significa estado de direito: "a necessidade de revisão do limite da maioridade penal (16 anos), além dos critérios de saída temporária de presos e da progressão de apenamento".


Não é de hoje que somos assaltados por uma falsa ideologia de Direitos Humanos (uma indústria na verdade) que permite um Estatuto da Criança e do Adolescente completamente em desacordo com a realidade (vejam este post), com políticas distantes do ideal para um sociedade contemporânea. Jean Piaget fracassou! A. S. Neil nem chegou perto! Quando faremos uma discussão séria sobre a construção do conhecimento do indivíduo? Quando, efetivamente, deixaremos de necessitar de uma polícia militar, como sugerem países como a Dinamarca? Eu respondo: quando dermos uma educação de verdade e investirmos em nossos policiais para atuarem preventivamente (porque o desejo pelo crime não deixará de existir com a distribuição do Bolsa Família).

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