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Caso Confiancce: sindicância é aberta e pode até romper contrato

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Fazendo uma leitura da notícia publicada por Paulo Godoy na Folha da Região, o jornalista do Canal Aberto, Leonardo Sabioni, de maneira muito ética, sugeriu que o contrato celebrado entre a prefeitura municipal de Birigui e a empresa Confiancce possa conter irregularidades por conta do prefeito, Wilson Carlos Borini e o secretário da saúde, Roque Bonfim. "Será que o grau de amizade do prefeito com os donos da empresa é tão grande para que o prefeito decida protegê-los?". "Já que o prefeito não se manifesta, reforça a tese do quem cala consente".

Vejamos o que diz a Folha da Região:
O secretário de Negócios Jurídicos da Prefeitura de Birigui, Glauco Peruzzo Gonçalves, disse que pretende se antecipar a uma eventual convocação do Ministério Público para prestar esclarecimentos sobre contrato da administração municipal com a Confiancce Serviços de Saúde, de Erechim (RS). Peruzzo disse que sindicância já foi aberta para apurar as denúncias veiculadas contra a empresa, dona de um contrato de R$ 18 milhões para gerir o PSF (Programa Saúde da Família) no município.

Levando em consideração as denúncias feitas pela Folha da Região de que a Confiancce não possui sede no município gaúcho, pelo menos no endereço fornecido à Prefeitura, além de outros dados que demonstrariam irregularidades da empresa, como contratos não honrados em cidades do sul do País, Peruzzo disse que, com base nas informações divulgadas, determinou a abertura de uma sindicância interna para apurar todas as denúncias. "Se a empresa não estiver de acordo, se estiver usando laranjas - donos ou sócios fictícios - ou praticando qualquer tipo de crime, terá que responder por isso", disse o secretário. "Da parte da Prefeitura, posso afirmar que o contrato será imediatamente encerrado, caso sejam constatadas irregularidades", afirmou.

Para justificar o contrato, feito no início de 2010 e renovado por mais doze meses em março deste ano, Peruzzo disse que a Confiancce cumpriu com todos os requisitos exigidos por lei para participar da licitação, que envolveu outras três empresas. "Vou ao MP apresentar todos os documentos que temos (totalizando 3 volumes) para provar que, no momento da assinatura, do contrato não havia nada errado com a empresa", frisou.
Primeiro, a denúncia e investigação partiram do vereador Cristiano Salmeirão e não da Folha da Região. Agora, onde está caracterizada a intenção da administração do município em proteger a empresa? O prefeito Borini está sim, preocupado em como suas palavras poderão (e serão) utilizadas por seus adversários políticos nesse período. O que diz o vereador Cristiano Salmeirão de que "sua denúncia não tem caráter político contra o prefeito, ainda porque ele não é candidato", está em desarranjo com o desgaste que isso proporcionará a campanha de seu indicado, Pedro Barnabé.

Wilson Carlos Borini
O prefeito de Birigui já sofre um desgaste, completamente gratuito, em virtude de sua morosidade em atender o que exigia os três inquéritos de que foi alvo nos últimos oito meses: a exoneração de seis parentes que ocupavam cargos comissionados em seu governo. No entanto, ele não descarta pagar parte ou a totalidade do salário desses servidores com dinheiro próprio. A opção por demitir vem quase um mês após denúncia da Folha da Região, que, em 19 de abril, mostrou que três familiares de Borini ocupavam cargos na Prefeitura.

O jornalista Leonardo Sabioni não se preocupa em esconder que, para ele, apenas Florival Cervelati e o saudoso José Roberto dos Santos foram prefeitos livres de seu ódio por aqueles que não investem em seus comentários pertinentes.

Um comentário:

  1. Constatamos que o Caso Confiancce era verdadeiro.

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